Estranho e bizarro. Não é sobre a música da Pitty. É sobre este filme de 1927:
Não sei se pode-se dizer que essa é uma história de amor ou se é um ensaio sobre a mania das pessoas em nunca estarem satisfeitas com suas vidas.
(ESTA PARTE PODE CONTER SPOILER!)
Um marido trai a mulher e, sob influência da amante, decide a matar afogada. No momento em que vai cometer o crime, porém, se arrepende e a partir daí eles vivem um lindo dia de amor juntos. Entenderam o porque do "bizarro"? Além da mulher perdoar o marido, no fim do dia ela acaba se afogando de verdade acidentalmente. Isso faz com que ele perceba o quanto a ama de verdade e acaba terminando tudo com a amante.
Com este roteiro o filme traz cenas de amor do tipo inocente, como passeio em parque e jantar romântico. Algumas cenas cômicas, mas sem pastelão exagerado.
A fotografia é um ponto alto do filme, tanto que recebeu o Oscar por isso. Talvez por ser dirigido pelo alemão F. W. Murnau que é um dos principais nomes do "Expressionismo Alemão" o filme apresenta cenários grandiosos e uma forte expressão corporal dos atores deixando as interpretações altamente teatrais. No filme os personagens não têm nome.
Fiquei decepcionado com a trilha pelo fato da mesma não fazer jus ao subtítulo do filme. Não existe um tema de amor bem apresentado. Soa como fundo e nada mais.
O filme ganhou 3 dos 4 prêmios a que concorria no Oscar de 1929: Melhor fotografia, Melhor Produção Artística e Única (prêmio de valor igual a Melhor Filme e que só foi entregue nesta primeira edição) e Melhor Atriz para Janet Gaynor (que na verdade ganhou o Oscar pela participação em três filmes diferentes). O outro prêmio ao qual concorria e não ganhou foi de Melhor Direção de Arte.
A versão disponível é um DVDRIP com legendas em português de Portugal.
Um marido trai a mulher e, sob influência da amante, decide a matar afogada. No momento em que vai cometer o crime, porém, se arrepende e a partir daí eles vivem um lindo dia de amor juntos. Entenderam o porque do "bizarro"? Além da mulher perdoar o marido, no fim do dia ela acaba se afogando de verdade acidentalmente. Isso faz com que ele perceba o quanto a ama de verdade e acaba terminando tudo com a amante.
Com este roteiro o filme traz cenas de amor do tipo inocente, como passeio em parque e jantar romântico. Algumas cenas cômicas, mas sem pastelão exagerado.
A fotografia é um ponto alto do filme, tanto que recebeu o Oscar por isso. Talvez por ser dirigido pelo alemão F. W. Murnau que é um dos principais nomes do "Expressionismo Alemão" o filme apresenta cenários grandiosos e uma forte expressão corporal dos atores deixando as interpretações altamente teatrais. No filme os personagens não têm nome.
Fiquei decepcionado com a trilha pelo fato da mesma não fazer jus ao subtítulo do filme. Não existe um tema de amor bem apresentado. Soa como fundo e nada mais.
O filme ganhou 3 dos 4 prêmios a que concorria no Oscar de 1929: Melhor fotografia, Melhor Produção Artística e Única (prêmio de valor igual a Melhor Filme e que só foi entregue nesta primeira edição) e Melhor Atriz para Janet Gaynor (que na verdade ganhou o Oscar pela participação em três filmes diferentes). O outro prêmio ao qual concorria e não ganhou foi de Melhor Direção de Arte.
A versão disponível é um DVDRIP com legendas em português de Portugal.
Ficha técnica resumida:
Título original: "Sunrise: A Song of Two Humans".
Título no Brasil: "Aurora".
Ano: 1927.
Diretor: F. W. Murnau.
Música: R.H. Bassett, Carli Elinor, Erno Rapee, Hugo Riesenfeld (não creditados).
Atores principais: George O'Brien, Janet Gaynor, Margaret Livingston.
Título original: "Sunrise: A Song of Two Humans".
Título no Brasil: "Aurora".
Ano: 1927.
Diretor: F. W. Murnau.
Música: R.H. Bassett, Carli Elinor, Erno Rapee, Hugo Riesenfeld (não creditados).
Atores principais: George O'Brien, Janet Gaynor, Margaret Livingston.
Minha avaliação:


